Dicas para comprar a casa própria em 2019, como sair do aluguel

Comece o ano com o pé direito, 7 dicas para comprar sua casa própria

Nosso método, com um lista de passos facilita na hora de  fechar um bom negócio na compra do imóvel.

Uma preocupação por quem quer fugir do aluguel é a compra de um imóvel. Mas não é para menos, o valor e o número de prestações muitas vezes pode assustar. Se você tem medo de dar esse passo, pois não sabe muito bem como fazer um bom negócio, este artigo é para você.

Para conferir dicas importantes e sentir mais segurança na hora de comprar a casa própria, basta continuar lendo.

1. Manter os pés no chão

Sabe quando você compra uma peça de roupa de tamanho menor com a promessa de que em 3 semanas o seu tamanho terá diminuído? Então. Se isso não é saudável com roupas, não será também com mais nada. Muito menos imóveis.

Você não deve comprar um imóvel considerando uma situação financeira que não é verdadeira neste exato momento. É preciso olhar o agora. Se a situação for outra no futuro, isso será resolvido também no futuro.

Outro conselho sobre os pés no chão diz respeito às expectativas. Nem sempre você vai encontrar um imóvel que atenda 100% das suas exigências, mas isso não fará do imóvel uma opção ruim.

Quando o assunto é imóvel, seja ele casa ou apartamento, é preciso considerar o todo. Se ele atende às suas necessidades e está dentro da sua disponibilidade financeira, é preciso levar isso em conta.

2. Pensar a longo prazo

Vamos imaginar que hoje você busca um apartamento para sair da casa dos seus pais e ter o seu próprio cantinho. Nesse caso você não vai precisar de muito mais do que 1 quarto, um banheiro, sala pequena e cozinha, certo?

Mas, se você já está em um relacionamento, quais as chances de em 5 ou 6 anos, até menos, de esse relacionamento virar um casamento? Ou de esse relacionamento trazer filhos?

Para que o seu imóvel não acabe com um curto prazo de validade, considere as mudanças que podem surgir na sua vida no futuro e que podem também alterar as suas necessidades em relação ao lugar onde você vive.

Afinal, investir em um imóvel que não está de acordo com os seus planos pode não ser uma compra inteligente. A não ser que a compra seja com o objetivo de investimento e não de moradia.

3. Ficar de olho no contexto do mercado

Existem alguns fatores que acontecem no mercado imobiliário e que vão influenciar também na sua compra. Por isso, quando estiver se planejando para essa aquisição, comece a acompanhar também como é que o mercado está.

Para lhe ajudar com isso, conheça alguns dos índices mais comentados nas notícias, sejam elas no jornal, na tv ou até em matérias na internet:

INCC (Índice Nacional da Construção Civil)

Se você pretende comprar um imóvel direto na planta, saiba que os pagamentos da parcela estarão sujeitos ao INCC.

Esse índice visa tornar a compra mais justa para a construtora e tem a função de reajustar as mensalidades do imóvel de acordo com o aumento de preço materiais de construção, matéria-prima e mão de obra.

IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado)

Outro índice que você deve ficar de olho é o IGPM. Afinal, ele pode influenciar diretamente nos seus planos, não só o da compra do imóvel, como de várias outras coisas. De forma resumida, assim como o INCC, ele serve como base para reajuste de preços também de acordo com a inflação.

Se você já alugou imóvel alguma vez na vida, deve ter percebido essa sigla no contrato. É por meio desse índice que os valores do aluguel sofrem os reajustes anualmente.

Taxa de Juros SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia)

Já ouviu falar em Taxa SELIC? Essa taxa é responsável por balizar a taxa básica de juros dos bancos. Empréstimos pessoais, financiamentos no geral são alterados e reajustados sob influência da SELIC.

Quando ela está alta não é bom para você, quando ela está baixa a tendência é que os preços também caiam.

4. Dar uma boa entrada

Para conseguir um bom negócio, é preciso levar essa dica a sério. Primeiro porque nenhum banco financia o valor total do imóvel. Segundo porque quanto maior for a entrada disponível, mais fácil conseguir um bom financiamento.

A dica que fica aqui é: poupe dinheiro para a entrada.

5. Aproveitar o saldo do FGTS

Você sabia que o saldo do FGTS pode ser usado para compra de imóvel? Confira as condições e veja se você tem esse direito:

  • Ter, no mínimo, três anos, consecutivos ou não, de carteira assinada;
  • Não ser titular de financiamento imobiliário ativo em qualquer parte do Território Nacional;
  • Não ser proprietário, possuidor, promitente comprador, cessionário, usufrutuário de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado: a) no mesmo município do onde você trabalha, incluindo os municípios vizinhos ou integrantes da mesma Região Metropolitana; b) no mesmo município de sua residência, incluindo os municípios vizinhos ou integrantes da mesma Região Metropolitana.

6. Economizar o 13º salário

Aproveite as duas parcelas do 13º salário e guarde para eventuais emergências, use para adicionar às “economias para a compra da casa” ou aproveite para reduzir o valor das parcelas.

Nada de gastar todo o seu dinheiro com presentes para a família toda. Faça o sacrifício de guardar esse valor para se dar o maior presente de todos: a sua casa própria.

7. Minha Casa Minha Vida

Além de oferecer subsídios, o programa também possibilita diferentes condições de pagamento, como juros mais baixo. Acesse o site para saber todos os detalhes.

Com todas essas dicas você com certeza fará um excelente negócio durante a compra do seu apartamento Minha Casa Minha Vida ou casa própria. O importante é definir o seu objetivo e não parar até alcançá-lo, certo?

 

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